segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ensaio I: Elegia na Sombra





O que vemos depende principalmente em olhar para aquilo que nós somos.
Talvez a mais fascinante experiência da vida seja a da morte. Nela tudo já foi..
Vem de outro tempo e espaço a luz que nos ilumina.. Há quem diga que os mortos nascem, não morrem.
Devemos desenvolver toda a nossa criatividade em capacitar sombras estilizadas, errando através de espasmos de momentos, assim povoamos sonhos. Toda a relação que existe ente a vida e o sono é a mesma que existe entre o sonho e a morte. Estamos trocados.
São muitos os níveis de uma criação e todos os seus domínios. A sensitividade à consciência e aos seus específicos estados interage harmoniosamente com todo o seu mundo e ser.
Para tudo existe uma temporada, um momento de perca e um tempo de criar. O renascimento. Os mortos não morrem, nascem.

1 comentário:

Anónimo disse...

Morrer será básicamente como antes de nascer...um nada! No fundo viver MATA my friend!!!!