quinta-feira, 19 de junho de 2008

Qualquer coisa assim e pouco mais..

Responder às nossas expectativas deveria de ser da nossa natureza humana.
O clima existe e o tempo deveria de ser de nossa construção. Deve de ser da evolução, não sei. Foi aquela raiz. Já foi.
Adeus à mente tranquila, foi ofendida a consciência já não amiga.
Não quer compreender o protesto do universo moral.
Mas é o hábito o resultante das atitudes coerentes. Assim, o homem embrulha-se em si mesmo. Pequeno Inferno.
É preciso ter cuidado quando não se sabe até onde se quer ir, porque pode-se nem lá perto chegar.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Indigestão na mente.

Dor de espírito, talvez.. ou mesmo dor de mente. Não é a ausência de medo, é o valor da estabilidade. O conhecimento do passado é assombrado pela sede do fantasma que se afoga em informações sábias. A onde para o barco? Não sei...
Talvez a fonte da juventude nos ensine a curar o que necessitamos resistir e a suportar o que não tem qualquer cura.

terça-feira, 17 de junho de 2008

A Forma?

Tudo é apenas mais uma forma de se apontar o dedo à realidade.
As estrelas são um estado de cooperação de toda uma nação.
A possibilidade de duvidar num todo expansivo
É uma tentativa de fidelização ao oculto e
Liberação ao aparente caos que existe no mundo.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Ensaio I: Elegia na Sombra





O que vemos depende principalmente em olhar para aquilo que nós somos.
Talvez a mais fascinante experiência da vida seja a da morte. Nela tudo já foi..
Vem de outro tempo e espaço a luz que nos ilumina.. Há quem diga que os mortos nascem, não morrem.
Devemos desenvolver toda a nossa criatividade em capacitar sombras estilizadas, errando através de espasmos de momentos, assim povoamos sonhos. Toda a relação que existe ente a vida e o sono é a mesma que existe entre o sonho e a morte. Estamos trocados.
São muitos os níveis de uma criação e todos os seus domínios. A sensitividade à consciência e aos seus específicos estados interage harmoniosamente com todo o seu mundo e ser.
Para tudo existe uma temporada, um momento de perca e um tempo de criar. O renascimento. Os mortos não morrem, nascem.